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O SOCIALISMO E A LEI DE REED.

A Revista Crusoé, publicou na edição desta sexta, dia 15/02/2019, uma entrevista com o Economista norte americano Lawrence Reed, que escreveu o livro "Desculpe-me Socialista". Eis alguns pontos:

Duda Teixeira (Crusoé):Por que o regime do ditador Nicolás Maduro fracassou?

REED: O governo de Maduro, sendo socialista, sempre esteve moral e intelectualmente falido. Normalmente, demora um pouco para os regimes socialistas se arruinarem financeiramente e destruírem os países que administram. Mas Hugo Chávez e Maduro conseguiram fazê-lo em um tempo quase recorde. Em menos de vinte anos, tomaram o poder de uma das nações mais ricas da América Latina e a transformaram em uma das mais pobres. Eles provaram aquilo que Margaret Thatcher disse uma vez, que o socialismo parece funcionar "até que você acabe com o dinheiro dos outros".

Duda Teixeira (Crusoé):O senhor chegou a adaptar essa "lei" não?

REED: Exato. E pode chamar de Lei de Reed, se quiser: o tempo que os socialistas levam para destruir uma economia depende da rapidez que implementam o socialismo. Eu já falei sobre essa regra em muitas palestras, mas é a primeira vez que  a batizo com meu nome. (...)

Duda Teixeira (Crusoé):Que lições o governo de Maduro pode dar para a América Latina?

REED: (...) Elas se aplicam para todos os países, não apenas para a América Latina. (...)  O governo não tem anda para dar para ninguém, exceto aquilo que ele primeiro tomou de alguém, e um governo grande o suficiente pára dar tudo que você quer é grande o suficiente para tirar tudo que você tem. (...)

Duda Teixeira (Crusoé): O Sr. tem alguma opinião sobre o governo de Jair Bolsonaro?

REED: Estou muito otimista. Ele enfrenta enormes desafios que decorrem de tantos anos de corrupção profunda e do governo de um único partido por muito tempo. Sua direção geral é aquela que o Brasil precisa desesperadamente: melhorar o clima de negócios, diminuir o tamanho do governo, extirpar o capitalismo de camaradagem e combater o socialismo em todas as suas formas. (...)


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